domingo, 4 de setembro de 2016
Nossas Batalhas
Boa Noite Comunidade do Bem!
Ontem recebemos em nossa casa alguns amigos, tudo normal pra gente que gosta de reunir as pessoas queridas pra uma roda de viola, acordeon, cantoria e um bom churrasco, durante a janta alguém questionou se haveria discurso, se eu pediria votos, claro que não, porque aquele momento especial consegui reunir alguns amigos que não se conheciam e o mais importante algumas das amizades com quase 30 anos e também porque a grande maioria nem vota aqui. A poucos dias li alguma coisa sobre uma notícia falsa em que alguém comunica o falecimento de uma amigo mais ou menos assim. "É com grande tristeza que comunico que nosso grande Amigo Fulano de Tal sofreu um acidente foi socorrido mais não resistiu aos ferimentos" Logo após um texto longo a notícia é desmentida, imaginem a reação dos amigos lendo, é uma mistura de saudade com arrependimento que não pode ser mensurada. Hoje a realidade que vivemos, no dia a dia, neste mundo agitado, de tempo esgotado, da incerteza dos dias melhores, da falta de segurança, o tempo passa despercebido e não nos damos contas do tempo que nos afastamos dos verdadeiros amigos. Sei de suas batalhas, mas penso nas minhas e a vida é assim e grande maioria só muda de comportamento no leito de morte, segundo um estudo de uma enfermeira chamada Bronnie Ware existem cinco arrependimentos bem comuns entre a maioria.
1 – Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo.
Segundo a enfermeira, somente no leito de morte as pessoas perceberam quantos sonhos não foram realizados ao longo da vida. Bronnie Ware diz que a maioria dos seus pacientes não tinha honrado nem mesmo a metade dos seus desejos.
2 – Eu queria que eu não tivesse trabalhado tanto.
Esse foi o pesar mais comum entre os pacientes do sexo masculino, de acordo com a enfermeira. Eles perderam a juventude de seus filhos e o companheirismo da suas parceiras, conta Bronnie Ware.
3 – Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
A enfermeira explica que muitas pessoas suprimiram seus sentimentos, a fim de manter a paz com os outros. “Como resultado, elas adotaram uma existência medíocre e nunca viram a ser quem elas eram realmente capazes de se tornar”, diz a enfermeira.
4 – Eu queria ter mantido mais contato com meus amigos.
Segundo Bronnie Ware, muito se tornaram presos de suas próprias vidas, perdendo grandes amizades ao longo dos anos. “Houve arrependimentos profundos sobre amizades que mereciam mais tempo e esforço para serem cultivadas”, afirma a enfermeira.
5 – Queria que eu tivesse me deixado ser mais feliz.
“Este é um pesar surpreendentemente comum”, diz a enfermeira. “Muitos não percebem até o fim da vida de que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos”, acrescenta Bronnie Ware.
Aproveite o tempo que nos resta.
Que o Ser Supremo do Universo nos Ilumine.
Abração.
João Tavares
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